AH! IGUAPE Quando calaram os ventosDepois do bramir do mar…Restaram tantos tormentosQue o sonho veio embalar… A mão que rezou o terçoFoi a mesma que pecou…Histórias que desconheçoFoi o vento quem contou! A casa que o comandanteCom sangue alheio comprouÉ de um povo toleranteQue nada nunca cobrou No escuro da memóriaEstão os velhos jornaisSegredos de…