NUNCA VIVEU Que hei de deixar quando partir?Um verso… Um soneto… Uma dorUma lembrança estranha de amorUm alerta… Um grito… Um sorrir! Talvez deixe contas a pagarNo lugar do filho que não fiz!Talvez deixe certo alguém felizPor morrer, esquecer, perdoar! Se toda a minha vida é desafioE assim mesmo o tempo me venceuAmigos!…Já morri! Agora…