Tapera assombrada Na tapera hoje vazia Onde não mora ninguém, A tarde mansa espia Com saudade de alguém. Na porta um cusco deitado Num silencio de abandono; De olhar triste, magoado…. Na espera do seu dono. Fogão de lenha apagado, Sem café no coador…. Um violão despedaçado No fundo do corredor…. Partiu solito, o vivente…