Iguape

Minha amiga, meu amigo,
Como posso eu te contar
Do lugar onde me abrigo,
Da cidade que é meu lar!
Das montanhas verdejantes
De onde se avista o mar….
Dos ninhais das avoantes
No berço do lagamar….
De um rio que chega manso
Serpenteando lentamente;
Adormecendo ao remanso
Com saudades da nascente
No meio disto a cidade
Princesa do Litoral
Menininha sem idade
Ancorada num canal
Jaz Iguape adormecida
Sem conseguir acordar
Princesinha! Nossa vida
Que dorme a luz do luar.
Gastão Ferreira/2016

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