28 de novembro de 2019

Há um menino Há um menino encantado Dentro do meu coração…. Quando me sinto cansado Me carrega pela mão…. É um moleque inocente Vivendo de fantasia… Pedaço de sol ardente Na minha tarde vazia… Quase perdi meu menino, O guri que era eu… Conhecia o seu destino, Mas de mim não esqueceu Há um menino…

28 de novembro de 2019

Gente cansada Difícil é o sair da lama Achando que o mundo é seu; Tem gente que só reclama Desde o dia em que nasceu… Hoje quem menos trabalha Quer tudo de mão beijada; Não sabe o preço da tralha De ter a mão calejada…. Sem nunca pegar na enxada Corre à fugir do serviço……

28 de novembro de 2019

Gaúcho Eu sou filho das coxilhas Do minuano e muito mais; Tenho sangue farroupilha, Bela herança de meus pais. Eu nasci naquelas terras De Charrua e guaranis… Das pelejas e das guerras Dos paisanos e civis… Onde um céu cheio de estrelas Mostra a cruz de nossa fé… Nas lembranças, todas elas; – Um ranchinho…

28 de novembro de 2019

Fuzuê no galinheiro          Sou um cachorro adolescente, um “canem sapiens”, moro num sitio próximo à cidade de Iguape. Convivo com muitos animais, e ocasionalmente conto as suas histórias, e também o que ocorre na zona rural. Semana passada, a briga foi no galinheiro; coisa feia, e com possíveis consequências para o futuro dos sitiantes….

28 de novembro de 2019

Foto no Facebook Pintou de azul o cabelo Camiseta de bom trato; Era grande o seu zelo Para sair no retrato…. Quero ver quantas curtidas Terei no computador…. Mil respostas divertidas Zoando que sou doutor. Pois sorria, meu amigo, A tua fama está feita! Não é à todos que digo; – A foto saiu perfeita…….

28 de novembro de 2019

Fim de festa          As caravanas retornaram às origens, deram um tempo aqui no sitio para um pequeno descanso aos cavalos; fui espiar, e encontrei meus amigos de Itapeva, o cão Bingo e o cachorro Zenon, e assim fiquei sabendo de suas andanças durante os festejos.          Silver, montaria do dono de Zenon, estava se…

28 de novembro de 2019

Final de outono Outono se despedindo Para o Inverno chegar; A garça branca sumindo Para outro lagamar… A noite fria me abraça No silencio da garoa… Tainha não é de graça Pode pagar na canoa. Povo pulando a fogueira, A fogueira de São João; Tanta menina faceira… Alegria de quentão… Quem precisa de quadrilha Se…

28 de novembro de 2019

Fafá de Icapara          No ano de 1531 a margem do lagamar começou a surucar; foi durante a passagem da esquadra de Martim Afonso de Souza, primeiro Donatário da Capitania de São Vicente, capitão-mor da coroa portuguesa à caminho de Cananéia. Naquela época a foz do Rio Ribeira ficava à frente do Morro do Bacharel,…

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